Pronta para a infraestrutura tokenizada
A integração entre o Drex (Real Digital) e a Identidade Digital Descentralizada (DID) prepara sua empresa para o próximo padrão de dinheiro e de confiança no Brasil.
O que é
O Drex é o Real Digital — a moeda digital emitida pelo Banco Central sobre uma infraestrutura de blockchain (Hyperledger Besu), voltada a liquidações financeiras de alto valor entre instituições. Já a Identidade Digital Descentralizada (DID) é um modelo de identidade em que a empresa (ou a pessoa) controla suas próprias credenciais, sem depender de um guardião central.
Juntos, Drex e DID formam a base de uma economia tokenizada: pagamentos que liquidam em segundos com lastro em moeda oficial e identidades verificáveis que permitem provar conformidade sem expor documentos sensíveis. É a evolução do padrão atual de integração fiscal e de pagamentos.
Em palavras simples
Drex é o dinheiro oficial do Banco Central rodando em rede — rápido e rastreável. A DID é uma carteira de identidade que a própria empresa controla. Juntos, permitem pagar e provar quem é quem sem revelar mais dados do que o necessário.
Como Drex + DID se conectam
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Identidade verificável
A empresa obtém credenciais DID emitidas por uma autoridade confiável.
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Tokenização
Um recebível ou ativo é representado como um token sobre o Drex.
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Liquidação instantânea
O pagamento liquida em segundos, com lastro em Real Digital.
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Conformidade verificada
A DID comprova a origem do documento sem expor dados sensíveis.
Onde estamos hoje
O Drex ainda é uma infraestrutura entre instituições financeiras — mas a plataforma de testes foi redesenhada em 2025 e o lançamento para bancos está previsto em 2026.
Drex sai do papel em 2026
O lançamento do Drex em 2026 habilita liquidações entre instituições financeiras em Real Digital. A fase inicial envolve bancos e plataformas de crédito — as PMEs entram na sequência, via integração.
Plataforma de testes redesenhada
Em 2025 a plataforma de testes do Drex foi redesenhada, com novos contratos e padrões de interoperabilidade. É a base sobre a qual as integrações produtivas de 2026 serão construídas.
O que isso muda para a PME
Hoje a PME não opera Drex diretamente. Mas a arquitetura que sua empresa usa hoje — APIs, mTLS, integrações com bancos — já pode ser preparada para evoluir sem reescrita quando o padrão tokenizado chegar ao seu porte.
Casos que já dá para imaginar
Situações reais em que Drex + DID mudam o jogo.
Antecipação de recebíveis tokenizados
Um recebível vira um token sobre o Drex e é antecipado em segundos, com liquidação em Real Digital — crédito mais rápido e mais barato, sem promissórias físicas nem intermediários.
ERPs legados conectados à rede tokenizada
Sistemas antigos não falam a linguagem do Drex. A Neo cria a ponte: seu ERP continua como está e conversa com a rede tokenizada por uma API segura, sem reescrever o núcleo.
Fiscal com DID — prova sem expor dados
Uma nota fiscal ou recibo é atestado por uma credencial DID: o fiscal confirma a conformidade sem ver o documento completo. Menos exposição de dados sensíveis, mesma evidência.
Como a Neo se posiciona
Nossa arquitetura mTLS — já usada hoje nas integrações com bancos e canais oficiais — é desenhada para evoluir do padrão atual para o tokenizado, sem reescrita.
Arquitetura mTLS preparada para a evolução do padrão atual para o tokenizado.
APIs que conectam ERPs legados à rede tokenizada sem reescrever o núcleo do sistema.
Acompanhamos o roadmap do Drex e da DID para absorver a complexidade antes que ela chegue à PME.
Quando o padrão se consolidar, sua empresa já está pronta — sem retrabalho e sem perda de histórico.
Transparência sobre o papel do Drex e da DID
O Drex começa entre instituições financeiras e a PME não opera a rede diretamente. A DID ainda é um padrão em evolução, sem adoção regulatória ampla. A Neo prepara a arquitetura hoje para que, quando esses padrões amadurecerem, a integração seja natural — não prometemos adoção imediata, preparamos o caminho.
